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Agenda Bravo!: 5 peças que estreiam este mês e merecem sua atenção

Entre os destaques, está a estreia de Miriam Mehler em Sob o Céu de Paris, espetáculo em que celebra seu seus 90 anos

Por Redação Bravo! 8 set 2025, 09h00
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Miriam Mehler em "Sob o céu de Paris" (Priscila Prade/divulgação)
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Setembro chega para agitar a cena teatral de São Paulo com estreias variadas, oferecendo opções para todos os gostos — muitas delas gratuitas ou com ingressos acessíveis. Entre os destaques, está a estreia de Miriam Mehler em “Sob o Céu de Paris”, uma forma especial de celebrar seus 90 anos, mais de sete décadas dedicadas ao teatro. Confira a nossa seleção:

Sob o céu de Paris 

Uma das maiores atrizes do teatro brasileiro, Miriam Mehler completa 90 anos com uma nova peça. O espetáculo, escrito por Gabriela Rabello e dirigido por Gabriel Fontes Paiva, começa com a simples visita de uma neta aos avós em um feriado prolongado. O encontro, no entanto, se desdobra em acontecimentos surpreendentes. O texto mostra como somos transformados pelo tempo e lugar em que vivemos.

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Sob o céu de Paris, de Gabriela Rabello (Priscila Prade/divulgação)

Sob o céu de Paris 

No Itaú Cultural: Avenida Paulista, 149 – Bela Vista

De 4 a 28 de setembro (quinta-feira a sábado, às 20h, e domingos e feriados às 19h).

Gratuito

SYBILLA

Um gato, uma mulher e um marceneiro se encontram no limiar entre sonho e realidade em “Sybilla”, peça de estreia do coletivo Núcleo de Pesquisa Imaterial, escrita e dirigida por Adriana Calabró. O espetáculo nasceu da antiga marcenaria cultural Imaterial, espaço de experimentações em Pinheiros, e traz para o palco essa atmosfera de encontros improváveis e transformações sutis. Com Stella Tobar e Giuliano Caratori no elenco, o enredo propõe um diálogo onde o onírico se faz palpável, costurado pela presença inquieta de Sybilla, a gata de quatro patas e sete vidas. 

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Sybilla, do Núcleo de Pesquisa Imaterial (Giovanna Rotter/divulgação)

Sybilla

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros – São Paulo 

De 4 a 27 de setembro de 2025. Quintas, sextas e sábados às 20h30 

Ingressos: R$50,00 (inteira), R$25,00, (meia), R$15,00 (credencial plena)

 O Auto do Fim do Tempo

O Manás Laboratório de Dramaturgia apresenta encenação que reflete sobre o esgotamento da vida contemporânea a partir de uma releitura do Velho Testamento nos anos 2020. Com dramaturgia de Fernanda Zancopé e direção de Dante Passarelli, o espetáculo constrói doze histórias sobre culpa, guerra, poder, fome e julgamento, contadas por um coro formado por Eduardo Leoni, Fernando Aveiro e a própria Zancopé. A narrativa acompanha a Heroína, uma menina que testemunha os episódios e busca reconectar-se à terra e ao ancestral.

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O auto do fim do tempo, de Fernanda Zancopé (Jamil Kubruk/divulgação)

O Auto do Fim do Tempo

Teatro Manás Laboratório – Rua Treze de Maio, 222 – Bixiga

De 1º de setembro a 4 de novembro, às segundas e terças, às 21h

Ingressos: R$50 (Inteira) e R$25 (meia-entrada)

Tapajós

Gabriela Carneiro da Cunha celebra a força dos rios amazônicos em Tapajós, terceira etapa do projeto Margens sobre Rios, Buiúnas e Vagalumes, que investiga a contaminação por mercúrio e os impactos nos corpos humanos e não humanos. Com dramaturgia baseada nos testemunhos do rio Tapajós, a encenação transforma a contaminação do mercúrio em um agente de criação, convidando o público a refletir sobre relações entre humanidade, natureza e ancestralidade. Gabriela divide a cena com Mafalda Pequenino.

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Tapajós, de Gabriela Carneiro da Cunha.Gabriela Carneiro da CunhaGabriela Carneiro da Cunha (Anouk_Maupu/divulgação)

Tapajós

Sesc Avenida Paulista – Av. Paulista, 119 – Bela Vista

Até 28 de setembro, de quinta a sábado, às 20h, e, aos domingos, às 18h. Sessões com acessibilidade: 18, 19 e 20/9 Libas; 21/9 audiodescrição

Ingresso: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia), R$ 15,00 (credencial plena)

Selvagem

Criado e interpretado por Felipe Haiut, SELVAGEM é um solo teatral que mergulha na infância invisibilizada da criança queer e suas consequências na vida adulta. Entre memórias pessoais e referências da cultura pop, o espetáculo constrói uma narrativa sensível e envolvente sobre identidade de gênero, diversidade e inclusão. Com humor, emoção e provocação, Haiut convida o público a refletir sobre como experiências do passado podem inspirar um futuro mais inclusivo.

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Felipe Haiut em “Selvagem” (Vida Fodona/divulgação)

Selvagem

De 24 de setembro a 16 de outubro. Quartas e quintas, às 19h

Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153

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