Avatar do usuário logado
Usuário

Britney Spears vende os direitos de seu catálogo musical

Ainda não foram divulgados publicamente os detalhes exatos do acordo, como o valor final ou a totalidade dos direitos incluídos

Por Redação Bravo! 11 fev 2026, 05h00
Segundo diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos, a cantora vendeu os direitos de seu catálogo musical para a editora Primary Wave
Segundo diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos, a cantora vendeu os direitos de seu catálogo musical para a editora Primary Wave (Getty Images/divulgação)
Continua após publicidade

Os fãs de Britney Spears foram pegos de surpresa nesta terça-feira (10) — e não por um anúncio de show de retorno envolvendo o Brasil, mas por uma notícia mais inesperada sobre sua carreira. Segundo diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos, a cantora vendeu os direitos de seu catálogo musical para a editora Primary Wave, com base em documentos legais e fontes próximas à negociação. A informação inicial foi reportada pelo portal TMZ.

Ainda não foram divulgados publicamente os detalhes exatos do acordo, como o valor final ou a totalidade dos direitos incluídos, porque os termos estão protegidos por acordos de confidencialidade. No entanto, a maioria das fontes informa que a transação, fechada em 30 de dezembro de 2025, foi descrita como um “acordo histórico” e estimada em torno de US$ 200 milhões, valor similar ao que Justin Bieber recebeu ao vender seu catálogo em 2023.

Tradicionalmente, quando um cantor ou compositora dos Estados Unidos negocia os direitos de suas músicas — seja das composições, seja de outros direitos relacionados à obra — ele abre mão das receitas futuras geradas por execuções, streaming, sincronizações em filmes e licenciamentos comerciais, em troca de um pagamento imediato substancial. Isso normalmente implica perder parte do controle sobre como essas canções serão usadas dali em diante, já que o novo proprietário detém os direitos de administração e monetização das obras. Em teoria, isso não impede que o artista continue cantando seus sucessos antigos em novos shows; apenas faz com que os royalties de execução pública passem a ter um novo destinatário.

No caso de Spears, o catálogo vendido inclui sucessos que definiram seu impacto no pop mundial, como “…Baby One More Time”, “Oops!… I Did It Again”, “Toxic”, “Gimme More”, “Circus” e outros que continuam populares em streaming, mídia e cultura pop.

Continua após a publicidade

Os motivos que levaram Britney a esta decisão não foram oficialmente esclarecidos por sua equipe ou pela artista, e especulações correm nas redes e na imprensa. Alguns analistas veem a operação como uma forma de garantir liquidez imediata e segurança financeira, além de simplificar a administração contínua de um catálogo que requer atenção a contratos, royalties e licenciamento — tarefas complexas e que podem ser geridas por uma editora especializada. Outros intérpretes levantam hipóteses sobre a reorganização de suas finanças pessoais ou sobre o próprio momento de vida e carreira de Spears.

Embora esse tipo de movimento possa alarmar fãs, ele não é incomum no mercado musical norte-americano. Em 2023, Justin Bieber vendeu todo o seu catálogo para a empresa Hipgnosis Songs Capital. No mesmo ano, Katy Perry também negociou seu catálogo por valores substanciais.

No entanto, quando se trata dos motivos pessoais e dos detalhes específicos do acordo de Britney, por enquanto, só o tempo e possíveis declarações oficiais poderão esclarecer o quadro completo.

Continua após a publicidade

 

Publicidade
TAGS: