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Meryl Streep interpretará Joni Mitchell no cinema, afirma revista

Segundo a Rolling Stone, a confirmação teria acontecido na festa pré-Grammy pelo executivo musical Clive Davis; projeto terá direção de Cameron Crowe

Por Redação Bravo!
3 fev 2026, 12h23 •
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Meryl Streep em "Diabo veste Prada" (2006), obra que ganhará sequência em 2026 (IMDB/reprodução)
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  • Um antigo rumor de Hollywood parece ter ganhado contornos mais concretos, e envolve uma das maiores atrizes do cinema. Segundo a Rolling Stone, Meryl Streep foi confirmada como intérprete de Joni Mitchell em uma cinebiografia dedicada à cantora e compositora canadense. O projeto, dirigido por Cameron Crowe, circula há alguns anos nos bastidores, sempre com o nome de Streep associado ao papel. A confirmação teria ocorrido no último sábado, durante a tradicional festa pré-Grammy pelo executivo musical Clive Davis, no Beverly Hilton, em Los Angeles.

    Além de Streep, a atriz Anya Taylor-Joy é apontada como possível escolha para viver a versão mais jovem de Joni, embora essa escalação ainda não tenha sido oficializada.

    Crowe, conhecido por filmes como Quase Famosos e Vanilla Sky, já comentou publicamente sobre o longa. Em entrevista ao The Late Show with Stephen Colbert, afirmou que o trabalho vem sendo desenvolvido há cerca de quatro anos, em diálogo próximo com a própria artista, de quem é amigo há décadas. “Temos encontros regulares em que posso perguntar qualquer coisa, e ela fala de coração aberto sobre todo tipo de assunto. Não é um filme feito à distância — é a partir da perspectiva dela, da vida dela, olhando para fora”, disse o diretor.

    Se confirmada no papel, Streep retorna ao cinema após Não Olhe para Cima (2021), de Adam McKay. Desde então, a atriz tem se dedicado principalmente à série Only Murders in the Building, do Hulu.

    Quem é Joni Mitchell

    Nascida Roberta Joan Anderson, em 1943, no Canadá, Joni Mitchell consolidou-se como uma das compositoras mais influentes da música popular do século 20. Surgida no circuito folk dos anos 1960, transformou vivências íntimas em canções confessionais que atravessam folk, pop, rock e jazz. Lançou álbuns decisivos como Blue (1971), presença constante nas listas de melhores discos de todos os tempos, e assinou clássicos como “Both Sides, Now”, “Big Yellow Taxi”, “Woodstock”, “A Case of You” e “Help Me”. Vencedora de 11 Grammys e integrante do Rock and Roll Hall of Fame desde 1997, também produziu grande parte de sua discografia e criou as próprias capas, mantendo uma relação próxima com as artes visuais.

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